Lançamento do livro: Viagens a Índia dos Yôgins, do Mestre DeRose quarta-feira, ago 12 2009 

O mais novo livro do Mestre DeRose: Viagens a Índia dos yôgins

O mais novo livro do Mestre DeRose: Viagens a Índia dos yôgins

No dia 07 de agosto tivemos o lançamento do livro: Viagens a Índia dos Yôgins, uma obra do Mestre DeRose.

Muitos alunos de SwáSthya Yôga e convidados vieram prestigiar esse evento.

Assita um vídeo feito e gravado pela aluna da Unidade Anália Franco, Andressa Toni (sim, eu mesma =D)

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Resumo do histórico do Mestre DeRose segunda-feira, ago 3 2009 

DeRoseEm 1960 DeRose começou a lecionar numa conhecida sociedade filosófica. Em 1964 fundou o Instituto Brasileiro de Yôga.

Em 1969, publicou o primeiro livro (Prontuário de Yôga Antigo), que foi elogiado pelo próprio Ravi Shankar, pela Mestra Chiang Sing e por outras autoridades.

Em 1975, já consagrado como um professor sincero, encontrou o apoio para fundar a União Nacional de Yôga, a primeira entidade a congregar instrutores e escolas de todas as modalidades de Yôga, sem discriminação. Foi a União Nacional de Yôga que desencadeou o movimento de união, ética e respeito mútuo entre os profissionais dessa área de ensino. Desde então, a União cresceu muito e conta hoje com centenas de escolas, praticamente no Brasil todo e instrutores na Argentina, Chile, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Escócia, Alemanha, Itália, Havaí, Indonésia, Canadá, Estados Unidos, Austrália e outros países.
Em 1978, DeRose liderou a campanha pela criação e divulgação do Primeiro Projeto de Lei visando à Regulamentação da Profissão de Professor de Yôga, o qual despertou viva movimentação e acalorados debates de Norte a Sul do país.

A partir da década de setenta, introduziu os Cursos de Extensão Universitária para a Formação de Instrutores de Yôga em praticamente todas as Universidades Federais, Estaduais e Católicas.

Em 1980, começou a ministrar cursos na própria Índia e a lecionar para instrutores de Yôga na Europa. Em 1982, realizou o Primeiro Congresso Brasileiro de Yôga. Ainda em 82, lançou o primeiro livro voltado especialmente para a orientação de instrutores, o Guia do Instrutor de Yôga; e a primeira tradução do Yôga Sútra de Pátañjali, a mais importante obra do Yôga Clássico já feita por professor de Yôga brasileiro. Desafortunadamente, quanto mais sobressaía, mais tornava-se alvo de uma perseguição impiedosa movida pelos que sentiam-se prejudicados com a campanha de esclarecimento movida pelo Prof. DeRose. Em 1994, completando 20 anos de viagens à Índia, fundou a Primeira Universidade de Yôga do Brasil e a Universidade Internacional de Yôga em Portugal. Em 1997, DeRose lançou os alicerces do Conselho Federal de Yôga e do Sindicato Nacional dos Profissionais de Yôga.

Fonte: www.uni-yoga.org

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A filosofia da qualidade de vida – parte 1 domingo, ago 2 2009 

Já reparou que quando estamos procurando vaga em um estacionamento de um shopping ou supermercado, para dar dois exemplos, e encontramos um monte delas à disposição, isso nos cria momentaneamente uma dúvida: em qual parar? Essa aqui é melhor, não, não, aquela outra. No entanto, quando existe somente uma vaga disponível, vamos diretamente a ela e está acabado. É mais ou menos o que sinto quando vou dar uma palestra ou escrever artigos sem estar previamente pautado. Dentro do que faço, existe um universo tão vasto, que nos fornece inúmeras opções de abordagem que às vezes fica difícil de escolher uma vaga para ‘’estacionar o pensamento’’. Qualidade de vida é um desses assuntos, nos abrem várias janelas, deixando-nos atordoados em fechar algumas. Deixei esta aberta para nosso artigo de hoje. Vamos começar com você prestando atenção a sua respiração. Respire profundamente, pelas narinas, expandindo o abdômen a cada inspiração e contraindo-o a cada expiração e procure perceber o amenizar das dispersões mentais, a comunhão de energia e a geração de um estado de graça biológica pela simples respiração consciente, profunda e ritmada. Nas próximas respirações, inclua prazer, o mesmo de quando você se alimenta, pois afinal, você o está fazendo também, de bio-energia. No Yôga, aprendemos que alimento não é somente o que adentra nossa boca e sim o que penetra nossas cinco portas de entrada do conhecimento; o que entra pelos ouvidos, narinas, olhos e pele também é alimento. Nunca mais me esqueci de uma entrevista que o ator Johnny Deep concedeu ao programa estadunidense Actor`s Studio. Em certa parte do show, lhe foi perguntado qual era o maior prazer que sentia na vida, e ele respondeu: respirar! Confesso que esperava qualquer outra resposta esdrúxula, mas essa, realmente me surpreendeu. Bem, voltemos as suas respirações. Nos primeiros ciclos, você amenizou a confusão mental e gerou um estado de harmonia interior, diminuindo o stress e, nos últimos, você desenvolveu o amor, no formato de satisfação e bem estar. Pois então, toda esta introdução, serviu para mostrar que em minha opinião, descansam ai, os dois principais tópicos para se obter qualidade de vida seja ela qual for: amenizacão do stress e inclusão da paixão nas atividades do cotidiano.


Bem, parece que o Yôga entrou nessa de gaiato; na verdade, nem creio que seja ele que tenha entrado, mas o colocaram nessa, pois é muito provável que lá atrás, quando Shiva o criou, não o tenha feito com o intuito de fornecer qualidade de vida às pessoas, mas como conseqüência daquilo que ele nos ensina, ele acabou ficando inevitavelmente ligado a isso. Tanto é verdade que hoje em praticamente qualquer programa de qualidade que se instale em empresas, academias, hotéis, spas, resorts etc, esta lá o Yôga. Em nossas escolas, nas representações da Uni-Yôga, perguntamos aos pretendentes a alunos, a razão de quererem praticar Yôga e suas expectativas, e uma das respostas campeãs de bilheteria é a busca pela famigerada qualidade de vida.



Antes de dar atenção ao stress e a paixão, deve-se atentar a quatro observações centrais para melhor compreensão do processo de obtenção da qualidade. A primeira delas é que estamos em uma fase global e preferencial de quantidade em detrimento a qualidade, em praticamente todas as áreas de nossas vidas. Prefere-se produzir, namorar, ler, mais do que melhor. Atualmente o que contam são os números. Obviamente que eles possuem sua importância. No entanto, hoje é mais valorizado o ’’fazer mais, em menos tempo’’, não importando os resultados qualitativos. A segunda observação: cada pessoa tem o seu próprio ideal de qualidade de vida. Se perguntarmos a cada um que ler este artigo o que ele entende pelo tema, certamente teríamos varias definições diferentes. Portanto, não há um modelo exemplar e padronizado. Terceira e talvez a mais difícil de todas: tem que querer muito. Querer o quê? Mudar. Porque mudar? Pra se obter a qualidade, fatalmente algo precisara ser modificado. Somente dizer que se deseja, é fácil, porém não desprezível, pois a pessoa de alguma forma, já se predispôs a uma tentativa. Mas o que conta mesmo é o quanto essa pessoa quer essa mudança e o quanto ela estará disposta a renunciar. E a quarta e última nos diz que após decidir que realmente se quer mudar, deve-se saber o que se quer modificar. É comum alunos me dizerem que estão insatisfeitos e querem mudar. Eu pergunto qual a razão da insatisfação e o que eles querem transmutar? Com poucas variações, a resposta é: não sei. Costumo dizer: só se modifica aquilo do que se tem ciência. Calma, não é necessário entrar em desespero, esses quatro elementos não são difíceis de serem resolvidos. O importante é saber que eles existem para sobrepujá-los. Como costumam dizer os advogados: temos que conhecer as leis para poder ‘’navegar’’ através delas. E como o Yôga nos auxiliará nesta empreitada? Através de certos conceitos metafísicos, que incluem dentre outras coisas, senso de disciplina, observação e reflexão. Bem, você já deve estar se perguntando: e a bem construída e alicerçada administração do stress e o amor presente em cada ato, sorriso e respiração.

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O que ler sobre Yôga e o Método DeROSE domingo, ago 2 2009 

Método DeROSE - Tratado de Yôga

Se você é apenas um curioso que quer saber um pouco sobre muitas coisas e muito sobre coisa nenhuma, leia tudo o que quiser. Mas se tiver se identificado com a proposta deste tipo de Yôga, se ele representa para si um caminho suficientemente completo, que lhe satisfaça plenamente a ponto de não querer mais ficar buscando aqui e ali, então estas instruções são para você.

Ler tudo o que lhe caia às mãos só por tratar-se supostamente de Yôga ou de outra filosofia, arte ou “ciência” que você presume correlata, é um comportamento dispersivo e não recomendável.

Primeiramente, a maior parte dos livros sobre Yôga e similares que se encontram comercializados não presta. Sua leitura mais prejudica que ajuda. É melhor não saber nada do que pensar que sabe!

Depois, mesmo que encontrasse várias boas obras e vários bons Mestres – bem, aí seria mesmo um fenômeno de sorte – ainda assim, a dispersão de se envolver com mais de uma metodologia, comprometeria os eventuais resultados positivos que poderia colher caso se concentrasse numa só via.

Imagine uma pessoa que quisesse achar água e ficasse dispersando tempo e trabalho a cavar vários poços ao mesmo tempo ao invés de se concentrar num só. A cada buraquinho recém começado, interrompesse para ir cavar outro; e depois voltasse para o primeiro; trocasse de novo para experimentar um terceiro; e assim sucessivamente. Após perder muito tempo e desperdiçar muito trabalho, provavelmente abandonaria todas as tentativas, desanimado, declarando que definitivamente não adianta cavar, pois supõe que nenhum deles dará água. Contudo, é provável que todos dessem água (de diferentes qualidades e com diferentes profundidades), desde que o inconstante tivesse se concentrado num só poço.

Vivêkánanda referia-se a esse tipo de gente na parábola do homem que, chegando a uma árvore frutífera, dera uma mordida em cada fruta para ver se havia alguma que lhe agradasse mais, ao invés de pegar uma para saciar sua fome.

Em suma, pare com a intoxicação de teoria. Leia poucas e boas coisas. Não faça misturança. Adote uma linha de conduta séria e inteligente, um planejamento para o estudo orientado numa direção definida, como quem sabe o que quer, e jamais eclética, sob pretexto algum.

São considerados praticantes de primeira classe os que se dedicam exclusiva mente ao Yôga e, dentro deste, a uma só modalidade sem mesclá-la com nenhuma outra. O mesmo se diga dos instrutores. E, desses, com muito mais razão.

Os livros indicados no Curso de Leitura são alguns dos melhores e não são muitos. Se você já os tiver lido todos, mais vale relê-los várias vezes do que entregar-se a aventuras literárias que, certamente, comprometerão o seu bom encaminhamento.

Texto: Mestre DeRose

Método DeROSE - alimentação vegetariana - Chega de abobrinha!Método DeROSE - Livro Quando é preciso ser forte de DeRose

A bibliografia indicada encontra-se com mais facilidade nas livrarias especializadas. Muitas fornecem livros pelo correio e podem enviá-los para a sua cidade. Há também alguns websites que podem fornecer os livros e entregá-los na sua casa, como, por exemplo:

www.yogabooks.com.br (Brasil)

www.portaldeyoga.com.br (Brasil)

www.mundodoyoga.com.br (Brasil)

www.universoyoga.org.br (Brasil)

www.tudosobreyoga.org (Portugal)

www.yogamegastore.com.br (Brasil)

www.yoga.online.pt (Portugal)

www.yogaabasto.com.ar (Argentina)

www.federaciondeyoga.org.ar (Argentina)

Fonte: www.uni-yoga.org

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